VAMOS FALAR SOBRE AMOR por ClaudiaVannini MEDIUNIDADE 25/25

mediunidade 25
Para encerrar nossos 25 temas sobre #MEDIUNIDADE a Vida trouxe uma grande lição. Para abordar este tema, vou contar um caso. Atendi, tempos atrás, um homem em alinhamento e reprogramação. Após a consulta, em poucos minutos, ele dormiu na maca. Dormiu profundamente. Fiz todo o alinhamento, entrei com ele e seu mentor no #buracodeminhoca vi o que tinha que ser visto, reprogramei dentro do que ele desejava para a vida atual e saímos. Ele, o mentor dele, eu e meu mentor. Após todo o alinhamento, eu o despertei e expliquei cada etapa que foi vista e o que foi feito. Ele disse que sentiu uma paz profunda e que havia “viajado”. Não sabia explicar, estava ainda envolto no tratamento espiritual. Terminamos assim, entreguei os áudios, pedi que repousasse naquele dia e ele sumiu por mais de um ano. Um dia, ele voltou. Disse que precisava alinhar. Ao chegar, notei a diferença. Mais magro, mais corado e disposto. Perguntei se havia emagrecido. Ele respondeu que estava mais inteiro…Durante a consulta, ele contou toda a peregrinação que fez em busca de informação naquele ano. Estudou, virou a internet do avesso, buscou todas as respostas que estavam disponíveis. Fez mudanças na alimentação, nos hábitos, trocou amigos e mudou a conduta em sua casa. Ele relatou como via de uma nova forma a família, os filhos, o casamento e que tudo na vida poderia ser recodificado. Citou várias vezes como temos péssimas interpretações sobre casamento e família. Notei que havia nele muito mais coerência emocional e conhecimento espiritual. Após a consulta, partimos para o alinhamento mais uma vez. Dessa vez, ele não dormiu. Participou mentalmente, acompanhou as projeções, entrou e saiu do Buraco de Minhoca e teve uma grande revelação. Pedi a ele que plasmasse OURO em um determinado local. Aquele OURO era um símbolo importante do que estava por vir em sua vida. Estávamos neste momento projetando futuro. Fizemos toda a dinâmica e no momento final, quando debatemos o que foi sentido, ele rapidamente disse:
– Eu não vi OURO, eu vi AMOR. É tudo amor?
Ele estava em choque! Ele sentiu o Amor.
Eu respondi:
-Sim, é tudo Amor.
Foi neste momento que entendi como nos sentimos quando desencarnamos. Olhando aquele empresário repleto de demandas, obrigações, sonhos e conquistas, vi a Alma no momento do desencarne. O cliente continua vivo, certamente, mas eu tive a oportunidade de relembrar o momento do meu desencarne.
A chegada no Plano Espiritual!
Como nos sentimos pequenos, minúsculos, pobres de espírito ao olharmos para o passado e sermos confrontados por cenas que foram tão importantes, mas eram todas a mesma coisa: AMOR!
Ao olhar a perplexidade dele diante do que sentiu e viu, fiquei também perplexa.
Voltei para casa refletindo:
– Caramba, é tudo Amor. Ouro é amor. Dor é amor. Sonho é amor. Tudo na Terra é amor e só vou entender isso quando desencarno?
Que sacanagem…
Senti em meu coração a lembrança de ter vivido esse trágico momento. Momento em que olhei para a Terra e, tudo que aqui foi feito, transformou-se em amor porque já era amor. Até as coisas erradas e feias eram oportunidade de amor. Se eu quisesse, teriam sido.
Chegando em casa, fiquei andando em círculos.
Lembrei de uma grande amiga que disse:
– Nada importa, somos todos Amor.
Pensei:
-Ela também sabe que é tudo amor.
Fiquei mais indignada ainda. Como tem gente que sabe que é tudo amor e nós não percebemos?
Como se permite que vivamos tantos anos aqui na Terra com tantas lutas e desavenças para depois tudo virar amor?
Confesso que passei a semana com esse tema na mente.
Perdi um pouco o Norte. Passei a semana enfiada em mim, pensando…
Como Ouro pode ser amor? Pedi para plasmar Ouro e ele sentiu amor?
Aos poucos, fui relembrando que somos sopa cósmica e que sopa cósmica é somente amor. Quando afastados do caldeirão maior, esquecemos e entramos na materialidade.
Quando aproximados da sopa cósmica, lembramos que somos amor. E é aí que fazemos nossos novos votos. Queremos voltar para a Terra. Queremos lembrar que somos Amor. Queremos viver esse amor. Chegando aqui, esquecemos. Voltamos a perseguir o nosso Ouro.
Foi aí que minha mente deu outro nó.
Se eu sou Amor, a sopa cósmica é amor e o Ouro é amor, não preciso perseguir nada.
O Cosmos sou eu, o Ouro é o Cosmos e eu sou o Ouro?
Meu Mentor mandou o desafio maior.
Não posso ser julgada pelo que desconheço, mas pelo que conheço…
E neste dia, através dos olhos perplexos do cliente, vi minha imagem olhando para a Terra e pensando:
-Era tudo Amor e eu não percebi.
ClaudiaVannini 17 de Maio,2018

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