01 de FEVEREIRO,2018 por ClaudiaVannini -FEB,01st,2018

fev01
Bons ventos sopram no primeiro dia de Fevereiro. O Sol em Aquário comunica-se com Urano em Áries com abertura de 72 graus. Esse ângulo atua sobre as duas energias e traz o lado positivo de cada um. A audácia de Urano para começar algo novo e o olhar humanitário que o Sol tem. Leis que valorizam a humanidade, o coletivo e os mais necessitados podem ser votadas. Empresários podem investir no Terceiro Setor. Há retorno! Às 3h30PM, a LUA CHEIA segue para VIRGEM e todos ficam exigentes. Evite expor seus pensamentos entre 6PM e 7PM. Pode ser mal interpretado pela oposição a Mercúrio. O #AMOR pode ser bloqueado por Vênus e Júpiter. Essa formação começa de forma lenta ao anoitecer e vai ter seu ápice somente no dia 04. Sabendo disso, evite os exageros da sensualidade. Vênus em Aquário ama a delicadeza e não compreende bem o tom material de Júpiter em Escorpião. Seja sutil e tudo ficará mais fácil. Kíron e LUA CHEIA pedem controle da pressão arterial e cuidados com o coração até dia 02. Todos os SIGNOS com muita energia.
 
Seja feliz na Terra NAMASTE_/\_
 
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#MEDIUNIDADE 11/25 continuando o tema FASCINAÇÃO, vamos refletir juntos sobre como é criado o ambiente propício à fascinação espiritual.
 
Primeiro, lembremos que os espíritos sofredores ou endurecidos atuam no mal porque sofrem. Há neles uma essência Divina pronta a despertar. Assim sendo, devem ser olhados com amor e compaixão. Desequilibram o ambiente com sua presença ou uso de telepatia. Somente conseguem movimentar suas forças porque nós, encarnados, colaboramos. Podemos colaborar de forma ativa ou passiva. A forma passiva é simples: são os pensamentos que nos deprimem, entristecem e confundem. Pensamentos que carregam desesperança, medo e autoimolação. Quando nos fazemos de vítima ou sofredores, para nós mesmos, estamos colaborando com estes seres sofredores. Eles se alimentam da baixa autoestima e encontram em nossa mente campo aberto para minar as forças e impedir nossa ação próspera na Terra.
 
Na forma ATIVA, somos coautores do mal. Parece que isso nunca acontece, mas acontece diariamente. Como nós, tão bons e religiosos podemos atuar no mal?
 
Atuamos no mal pelos pensamentos e ações.
 
Quando mentimos, prometemos mais do que podemos entregar, traímos, ignoramos uma verdade, ignoramos uma injustiça, fofocamos, invejamos a conquista de alguém, buscamos o materialismo sem fim, montamos esquemas no trabalho ou na família para que sejamos beneficiados diante dos demais e muitas outras situações que certamente todos aqui já viveram.
 
Tudo gira em torno do PODER. Algo, em nosso coração, vibra na sintonia baixa quando percebemos uma oportunidade de ter mais.
 
Mais dinheiro
 
mais cabelo
 
mais tórax
 
mais bíceps
 
mais beleza
 
mais luxo
 
mais diversão
 
mais inteligência
 
mais eloquência
 
mais……você mesmo preenche esta parte
 
Tudo que nos chama para MAIS causa desequilíbrio.
 
Querer uma vida boa, feliz, saudável, próspera e equilibrada é bom. É o plano de Deus para nós. Sò que Deus espera que usemos tudo isso para ir além. Para criar caminhos para os outros. Para abrir as portas que os outros não podem abrir ainda. Quando apenas concentramos poder, estamos criando o caminho para a FASCINAÇÃO. Um exemplo simples: um casal namora, casa e tem filhos. Nos primeiros anos, tudo vai bem. Constroem patrimônio, filhos felizes, casa de campo, casa de praia, barco e piscina. Viajam para o exterior duas vezes por ano. Trazem mil tranqueiras para abastecer a casa. Imaginam-se felizes. Em certo momento da relação, o homem, com o campo preparado para a OBSESSÃO, aproxima-se de amigos do clube que, além de fazer negócios, usam drogas e possuem hábitos libertinos. Possuem família, mas as famílias parecem engajadas nesse processo.
 
A esposa, ao perceber a mudança do marido, tenta de todas as formas reorganizar a vida. Aos poucos, a família está destruída pelos obsessores que chegaram através da GANÂNCIA do marido. A esposa, mesmo não concordando de forma alguma com aquela rotina, passa a ter pensamentos conturbados e imagina que precisa de toda forma agradar ao marido para tê-lo de volta. Na primeira ameaça de separação, ela se desespera e simula um suicídio. Na verdade, seu pavor é perder mais do que o casamento. Ela não quer perder a estrutura conquistada. Aí entramos no coração desta mulher. Ali, havia já uma semente de ganância e avareza que era solo fértil aos obsessores. Ela, desde criança, INVEJAVA amigas mais ricas e sentia IRA quando não podia viajar como as amigas.
 
Foi criando, ano após ano, uma vibração perfeita em seu coração, sintonizada com o apego ao materialismo. Quando percebeu que podia perder as conquistas, passou a ignorar o comportamento do marido. Todos que a cercavam, alertavam sobre a violência dele com as crianças, o uso de drogas diariamente, as traições e mentiras. Todos que a amavam, tentavam mostrar que, se ela se separasse, o patrimônio dividido seria viável para viver com suas filhas uma vida tranquila, só que distante daquele luxo. Ela teria que trabalhar e não teria mais o motorista, o cabelereiro, a esteticista e todos os outros prazeres que serviam como moeda de troca na relação.
 
Assim ela passou da obsessão para a FASCINAÇÃO. Viveu o restante da sua vida lutando por migalhas de amor e atenção, que nunca vieram. Suas filhas cresceram e tornaram-se compulsivas e mentalmente desequilibradas. Os obsessores conseguiram dominar todos da família. Naquela casa viviam os prazeres da maldade. O problema estava na casa, na construção? Não! Os obsessores gostavam daquele local pela conduta das pessoas. O ambiente de dor era o ideal para alimentar sofrimento contínuo. A esposa já não respondia mais aos amigos e parentes. Isolou-se dos amigos e mergulhou em remédios e escapismos. Sua única meta era manter o casamento. Negava-se a encarar o uso de drogas e álcool, a violência nas palavras e nas ações.
 
Agora pensemos juntos. Os obsessores estão sempre à espera de um local para drenar energia. Quem colaborou mais com esse processo todo. O marido, que empolgou-se pela GANÂNCIA e virou marionete na mão dos obsessores ou a esposa, que deixou-se FASCINAR, criando em sua mente um casamento que não existia mais, imaginando um MARIDO que nunca mais seria o mesmo?
 
Este é o limite entre OBSESSÃO e FASCINAÇÂO.
 
Na fascinação, algo mais profundo vibra em sintonia com os obsessores. Algo que desejamos muito e pelo qual podemos sacrificar nossa vida toda.
 
Justificativas são muitas para não quebrar o vínculo da FASCINAÇÃO. As crianças poderiam até passar fome no processo de divórcio. O marido poderia mergulhar mais ainda nas drogas e delapidar o restante do patrimônio. A família seria desmantelada. As crianças ficariam sem o pai. Perderiam o status de uma escola, perderiam os amigos do clube, as aulas de tênis e as viagens para Disney.
 
Nada disso tem valor para o plano espiritual.
 
Se esta mulher tivesse solicitado a separação, pedido ao marido que voltasse para casa após um tratamento verdadeiro e que, juntos se mudariam dali e formariam um novo grupo social, teria rompido a FASCINAÇÃO.
 
Enquanto ELA continua a discutir com todos, dizendo que, apesar de tudo, ele paga as contas e é o pai das filhas dela, ela atua com os obsessores e é vista como FASCINADA. Os obsessores criam um padrão mental que só será corrigido com os choques magnéticos dos passes, a evangelização e muita perseverança.
 
O marido pode segui-la no tratamento ou podem vibrar de forma antagônica, nem compreendendo como foram morar juntos um dia.
 
No dia em que ela conseguir pedir o divórcio e encaminhá-lo a um tratamento, terá MODIFICADO o PRÓPRIO CORAÇÃO. Terá parado de se desculpar pela vida. Terá parado de conectar com os obsessores.
 
Se o marido aparecer com um presente, dizendo que mudou, ela terá a firmeza de devolver, por mais caro que seja. Se ele preparar um jantar maravilhoso num hotel, propondo uma noite de amor, ela terá a firmeza de pedir que ele espere a confirmação de que tudo está realmente bem. Afinal, em seu coração, ela não terá mais atração por hotéis, presentes ou apego ao corpo dele. Ela estará conectada ao que se passa no coração dele. Ela observará se a vibração do coração dele mudou. Como saber? Quando uma pessoa rompe com a FASCINAÇÃO, ela tem horror à vida que tinha. Raramente continua com os amigos, atividades que tinha no passado e hábitos. É uma reavaliação completa da conduta. Há casos de sucesso? Muitos!
Há pessoas fascinadas entre nós?
Milhares!
O marido viveu aqui um processo de fascinação? Pode ter vivido sim, só que fascinado pelos obsessores que estavam com os amigos. Depois, fascinado pelas drogas e álcool. Ele tem a mesma responsabilidade que ela na entrada da obsessão no lar, mas alguém tem que sair primeiro. Nunca vi um caso em que todos da família romperam a FASCINAÇÃO ao mesmo tempo. A menos que seja um trauma gigantesco, como a morte violenta de várias pessoas queridas pelo erro do grupo. Sem um trauma grande, sempre há um que é mais vulnerável à obsessão. É conivente.
A saída desse processo magnético começa sempre por uma pessoa da família. Uma pessoa percebe que aquilo é um ciclo e que nunca mudarão as coisas se não houver interferência. Muitos padres, pastores e guias espirituais ajudam nestas libertações. Há grupos de cura espiritual em todos os locais onde o bem está. Só há um problema: você tem que ir com suas pernas porque o processo é INTERNO. Primeiro, terá que rever suas crenças. Depois, começar a resistir à provocação dos obsessores. Gradativamente, com perseverança, perceberá que tudo começa no seu desejo. Muitas pessoas passam a vida desejando o corpo do outro. Vivem em ambiente de miséria moral porque desejam apenas o sexo. São os obsessores se alimentando também da energia sexual. Falaremos sobre obsessão sexual no futuro. Lembre-se:
Tudo começa no #coração, no desejo e não no ambiente.
Por isso, antes de se proteger com crucifixo, amuleto ou benzimento, observe o que se passa no seu coração. É ali o terreno propício para os mentores ou obsessores.
Observe as pessoas com quem convive e como elas pensam. O que falam? Quais ideias defendem?
“O LOCAL MAIS LIMPO é o que MENOS SE SUJA”
ClaudiaVannini

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